CEOS, DIRETORES E EXECUTIVOS DO ALTO ESCALÃO (C-LEVEL) PRECISAM DE TREINAMENTO NA CRISE

Nos tempos atuais de pandemia, crise e incertezas, os dos altos escalões, chamados também de “C-Level”, não escapam de treinamento ou reciclagem profissional, e o mais alto deles o CEO  –  Chief Executive Officer, que é responsável por manter todos unidos na busca pela mesma visão para o negócio e criar um plano de ação executável para torná-la realidade, precisa de cuidados especiais.

É também do CEO a responsabilidade de levantar capital para expandir as operações e guiar o desenvolvimento de talentos, garantindo que o time mantenha não apenas a qualidade técnica, mas também o “fit” de cultura e os valores enquanto cresce; isto é; ideias alinhadas com a visão, missão e valores da empresa.

Esses profissionais “C-Level”, alto escalão, não poderão mais ficar na zona de conforto, sendo assessorados por consultorias de produtos, mercados e recursos humanos, terão que saber como descer aos escalões inferiores, pois são esses que tocam a empresa com suas ideias, experiências e contato com a realidade do mercado.

Muitos, não tem mais o jogo de cintura do mercado, demoram para tomar decisões ou centralizam tudo, pois perderam algumas habilidades como a adaptabilidade, a flexibilidade em trazer equilíbrio e calma a equipe, pois a empresa andava sozinha.

Nota-se hoje, como exemplo, que alguns produtos do ramo alimentício e de limpeza, demoraram demais para chegar aos supermercados e as marcas tradicionais dominaram o mercado; isso é lentidão, demora na tomada de decisão, excesso de pessimismo ou falta de visão de mercado.

O mercado do coaching, mentoria, autoconhecimento, recrutamento e seleção de executivos e treinamento “in company”, precisarão reavaliar o mercado, pois muitas grandes e médias empresas irão utilizar dos seus serviços.

Nos últimos seis meses o mundo corporativo mudou muito, o segundo escalão tornou-se mais útil às empresas por estar mais perto dos colaboradores, dos fornecedores, dos clientes e das necessidades do mercado.

Os executivos terão que fazer uma autoavaliação e aceitar que precisam se atualizar, conhecer mais sua equipe e o mercado de sua empresa, não deixar de incluir em suas reuniões seus colaboradores diretos, pois são esses que seguram seu emprego.

O mundo corporativo é muito competitivo, as pressões são constantes e você, a partir de agora precisará muito mais de ajuda de profissionais especializados na área emocional, comportamental, liderança e de gestão de negócios e de equipe.

Fontes: Bianca Zanatta (carreiras & empregos; https://rockcontent.com/br/blog/c-level/Autor; Claudio Raza – Controladoria e Gestão de Negócios – www.claudioraza.com.brc.raza@terra.com.brhttps://www.linkedin.com/in/claudio-raza-bb494b6b/detail/recent-activity/posts/

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