COM O CONHECIMENTO ATUAL VOCÊ NÃO SERÁ NECESSÁRIO NO FUTURO

Quando falamos de futuro estamos visualizando os próximos trinta anos e quando falamos de conhecimento precisamos entender a “Inteligência Artificial. – (IA)”

Essa nova e avançada tecnologia poderá dar novos conhecimentos de como funciona o nosso cérebro. A partir do momento que máquinas assumem trabalhos repetitivos, padronizados e manuais, e, a Inteligência Artificial assume trabalhos que exigem cérebro mais rápidos, o ser humano perde espaço para as máquinas.

A inteligência artificial é um ramo da informática que visa criar máquinas inteligentes. Tornou-se uma parte essencial do setor de tecnologia. A pesquisa associada à inteligência artificial é altamente técnica e especializada. Inclui a programação de computadores para determinados traços, tais como conhecimento, raciocínio, solução de problemas, percepção, aprendizagem, planejamento, capacidade de manipular e mover objetos.

Uma máquina programada para utilizar a inteligência artificial tem a capacidade de decidir entre opções pré-estabelecidas, qual é a melhor. Isso é feito com base em bancos de dados que são constantemente abastecidos por novas informações pelo próprio sistema.

Assim, é possível dizer que a máquina “aprende” na medida em que o banco de dados cresce, o que torna as decisões cada vez mais complexas.

As máquinas não assumiram o controle. Ainda não, pelo menos. No entanto, estão se infiltrando em nossas vidas, afetando a forma como vivemos, trabalhamos e nos divertimos.

Hoje, gigantes como o Google, a Microsoft e a IBM são altamente envolvidas no estudo do desenvolvimento da tecnologia que já começou a trazer uma mudança revolucionária.

A Microsoft e a gigante chinesa Alibaba desenvolveram modelos de rede neural que conseguiram bater os humanos em testes de leitura e compreensão.

Mas, o que estamos aprendendo e ensinando para as nossas crianças para prepara-las para os próximos vinte ou trinta anos?

A Inteligência Artificial, está criando “famílias” inteiras de máquinas automáticas, com primos robôs e irmãos computadores dentro de fábricas, sob a maior malha de comunicação inter máquinas jamais vista, a Internet Industrial.

A maior parte das pessoas não vê essas mudanças e não há interesse (ainda) em divulgar o que acontecerá com os empregos no futuro. O certo é que muitos desaparecerão e alguns poucos surgirão em um ambiente de extrema competição.

Nas palavras de Jack Ma “Nos últimos 200 anos a manufatura foi uma usina de empregos. No entanto, à partir de hoje com a inteligência artificial e a robótica, a indústria manufatureira não será mais o gerador de mão de obra…” Ainda segundo ele “A forma como estamos ensinando nossas crianças as leva a perder empregos nos próximos 30 anos e não consegui-los”

Talvez deveríamos ensinar nossas crianças a ser mais inovadoras e criativas. As novas tecnologias destruirão muitos empregos, mas criarão outros. A questão é saber se estaremos preparados e se estaremos qualificados para essas novas oportunidades.

As crianças hoje elas já estão sendo pressionadas com competições indiretas dentro das escolas. Não é de hoje que sabemos que para os menos competitivos isso é um martírio.

O mais importante hoje não é o que estudar, mas reaprender a estudar, reaprender a aprender.

A tendência mundial é que as profissões se formem mais rapidamente em pouco tempo, pois as demandas surgem e requerem respostas imediatas.

Não dá mais para viver de ilusão como foi o boom do TI, que levou miríades de estudantes para as universidades de Tecnologia da Informação, sem saber que o mercado já estava mudando muito rápido e ao término de seus quatro anos de curso os formandos descobriram que os empregos já não existiam mais, na mesma quantidade.

Ficam as perguntas: Será que o MEC está preparado para mudar os conteúdos dos cursos para o ensino Fundamental, Médio e Superior? Será que as Universidades brasileiras estão interessadas em orientar seus alunos sobre a “Inteligência Artificial” e a possível dificuldade de empregos?

Fontes: Transformação Digital (Tiago Magnus) e Bulbalab (Jack Ma)

Autor: Claudio Raza – Mestre em Educação, Administração e Comunicação. c.raza@terra.com.br

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