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	<title>Claudio Raza</title>
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	<description>O Portal do Administrador</description>
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		<title>Sacolas plásticas insensatez e desrespeito ao consumidor ou cliente</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 23:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[          Consumidor, segundo o dicionário é aquele que compra para seu uso e não para revender, algumas publicações definem consumidor como sinônimo de cliente. Para o marketing, o consumidor é aquele que adquire bens sem estabelecer um vínculo comercial a longo prazo com a empresa, restringindo-se ao atendimento das suas necessidades no momento da compra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">          Consumidor, segundo o dicionário é aquele que compra para seu uso e não para revender, algumas publicações definem consumidor como sinônimo de cliente. Para o marketing, o consumidor é aquele que adquire bens sem estabelecer um vínculo comercial a longo prazo com a empresa, restringindo-se ao atendimento das suas necessidades no momento da compra. Por exemplo: pessoas atraídas por uma ação promocional, ou seja,foi atraído pelo preço, não existindo qualquer garantia de fidelidade em compras futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">            Já o que caracteriza o cliente é o caráter de habitualidade de comprar em uma mesma empresa ou supermercado. É o antigo freguês: aquele que compra, volta e, ainda, recomenda o produto ou a empresa ou o supermercado. A relação do cliente com a empresa é de longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">            Um consumidor pode se transformar em cliente e um dos objetivos do marketing e do estudo do comportamento do consumidor é exatamente de tentar fidelizá-los, transformando-os em clientes</p>
<p style="text-align: justify;">            Seguir essas regras básicas de marketing é ter bom senso com relação ao seu cliente ou consumidor, é um conceito usado na argumentação ligado às noções de sabedoria e de razoabilidade que define a capacidade média que uma pessoa tem de se adequar a regras e costumes em determinados momentos, para poder fazer bons julgamentos e escolhas.</p>
<p style="text-align: justify;">            Para Aristóteles, o bom senso é &#8220;elemento central da conduta ética, uma capacidade virtuosa de achar o meio termo e distinguir a ação correta, o que é em termos mais simples, nada mais que bom senso”.</p>
<p style="text-align: justify;">            A atual situação dos supermercados em relação a não fornecer sacolas plásticas, aos seus clientes, e ou consumidores, alem de ser gananciosa é também de ter pouca visão de marketing de negócio, e nenhuma criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">            Normalmente os fornecedores dos produtos vendidos em supermercados fornecem essas sacolas ou pagam parte delas com suas propagandas estampadas nestas sacolas, sejam elas recicláveis, retornáveis ou descartáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">            Mas, aí é que entra a insensatez; os sacos de lixos que são vendidos pelos próprios supermercados, não fazem o mesmo efeito no meio ambiente? e as embalagens plásticas dos produtos de limpeza, de cosméticos e perfumes, dos refrigerantes, dos produtos, peças e partes de peças e ou produtos, fabricados de plásticos, tais como, computadores celulares, televisores, veículos, tomadas elétricas, utilidades domésticas, mesas cadeiras, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">                        Já existe no mercado uma série de produtos plásticos feitos a partir de creme de milho. Além de apresentar ótima durabilidade, esses artigos se decompõem na natureza muito mais rápido do que o plástico tradicional de petróleo.</p>
<p style="text-align: justify;">            São feitos do mais puro creme do milho, o bioplástico. As vantagens são muitas: têm ótima durabilidade, podem ir ao micro-ondas e máquina de lavar louça e, quando são descartados na natureza, se degradam rápido, coisa de quatro a seis meses, contra quase um século do tradicional plástico de petróleo. Já dá para encontrar outros objetos de bioplástico, como celulares.</p>
<p style="text-align: justify;">            Outro ponto é que, o custo das sacolas já está embutido nos preço dos produtos e agora os supermercados estão vendendo sacolas biodegradáveis ou ecológicas a preços exorbitantes para um produto que irá contribuir com o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">            Nós como consumidores ou clientes desrespeitados, pelos supermercados, pelos governos, pelos fabricantes dos produtos que utilizamos ou consumimos, como iremos reagir?. Faremos nossas compras mensais, carregando nas mãos ou em caixas de produtos químicos contaminados, fornecidos pelos supermercados ou pagaremos pelas sacolas de alto preço? Daremos preferência aos minimercados de bairros perto de nossas residências, comprando somente o necessário para a semana, que ainda fornecem alguns benefícios, tais como entrega das compras ou fornecimento de sacolas para idosos, deficientes e clientes cativos?</p>
<p style="text-align: justify;">            O comportamento do consumidor ou cliente está mudando, está mais exigente, mais educado financeiramente, poderão deixar de comprar produtos básicos de consumo nos grandes supermercados e comprar em pequenas quantidades, distribuindo ou diluindo seus gastos com alimentação e limpeza durante o mês e não mais fazendo a compra do mês, onde aliviará seu cartão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">            Aquelas compras eventuais que fazemos na hora do almoço perto ou dentro dos supermercados, não faremos mais, pois não iremos levar nas mãos três ou cinco produtos que levaríamos nas sacolas; insensatez ou falta de visão dos supermercados?</p>
<p style="text-align: justify;">            No Código de Defesa do Consumidor LEI N.º 8.078, de 11/09/1990, na <em>SEÇÃO IV &#8211; DAS PRÁTICAS ABUSIVAS</em><em> <strong>Art. 39 diz: </strong>- É vedado ao fornecedor de produtos ou <strong>serviços:</strong></em><em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>I &#8211; condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço,(<strong><span style="text-decoration: underline;">obrigando você a comprar sacolas</span>),</strong> bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>II &#8211; recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes<strong>;(<span style="text-decoration: underline;">fornecer sacolas tornou-se usos e costumes do cliente ou consumidor)</span></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>IV &#8211; prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços<strong>;(consumidor ou cliente geralmente são idosos, em consequência doente, pobre e com pouca instrução escolar e de negócios).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>V &#8211; exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva<strong>;(vender sacolas que antes eram gratuitas ou exigir que levem os produtos nas mãos ou em caixas comprometedoras para a saúde).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>X &#8211; elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços;(<strong>não reduzir os preços dos produtos onde o custo das sacolas estava embutido e ainda elevar os preços das sacolas vendidas é uma prática abusiva, conforme código de defesa do consumidor) (o grifo é do autor para salientar o entendimento).</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">            Nós estamos indefesos e reféns dos supermercados, mas podemos mudar essa situação, pense e exija seus direitos sem desrespeitar como estamos sendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: Claudio Raza: E-mail: <a href="mailto:c.raza@terra.com.br"><strong><span style="text-decoration: underline;">c.raza@terra.com.br</span></strong></a><strong></strong></p>
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		<title>GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA E LENTO PELO EXCESSO DE FISIOLOGISMO</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[        Estamos há mais de quarenta e cinco anos com sérios problemas de Gestão Nacional, na área econômica e muito mais na área política; talvez lá em 1964, éramos muito idealistas, influenciados pelos regimes que hoje estão amargando uma estagnação, e vários daquelas idealistas, que lutaram pela liberdade, foram exilados, mas depois do regime militar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>        Estamos há mais de quarenta e cinco anos com sérios problemas de Gestão Nacional, na área econômica e muito mais na área política; talvez lá em 1964, éramos muito idealistas, influenciados pelos regimes que hoje estão amargando uma estagnação, e vários daquelas idealistas, que lutaram pela liberdade, foram exilados, mas depois do regime militar tiveram a sua oportunidade, aquela tão sonhada de dirigir esse país e pouco ou quase nada conseguiram fazer devido aos entraves existentes nas tomadas de decisões, pois no regime democrático só idealismo filosófico não resolve, tem que fazer parte de um esquema, denominado <em><span style="text-decoration: underline;">fisiologismo, </span></em>clientelismo ou corporativismo,</strong> <strong>que é um tipo de relação de <a title="Poder político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poder_pol%C3%ADtico">poder político</a> em que as ações e decisões são tomadas em troca de favores, favorecimentos e outros benefícios a interesses individuais ou de partidos.</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Esse esquema tem um preço alto para o desenvolvimento, deixa o país lento e até inerte em alguns casos, atitude essa que não é normal de um povo criativo, lutador e acostumado com adversidades; vinte anos de ditadura e vinte e oito anos de governos despreparados, sem planejamento e oportunistas.  </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Não vamos falar de idéias ou sugestões de como consertar o Brasil, nem de leis, pois estas são inócuas, queremos colocar em discussão quem tem a responsabilidade e o poder, sem passar por um choque totalitário, militar ou outro qualquer que venha tolher a liberdade deste povo pacífico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Na minha experiência de vida de quase setenta anos, tenho assistido como este país foi e está sendo “administrado”, se é que se pode chamar isso de administração, pois nenhum deles tem ou teve formação de “Gestão de Grandes Negócios Nacional e Internacional”; o brasileiro em sua grande maioria é desinformado, crédulo, se contenta com pouca coisa, desconhece sua história passada e presente e acredita no país do futuro e em promessas que sabemos não poderão ser cumpridas, sem um projeto de Reestruturação Nacional a médio e longo prazo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Este “país do futuro” que acreditamos, só poderá ser realidade, quando houver profissionais competentes, sem excesso de fisiologismo na presidência, nos ministérios, nas assessorias, no legislativo, no judiciário e no executivo, com um “Planejamento Global” para no mínimo 30 anos e com metas anuais que deverão ser seguidas rigorosamente, como acontece com grandes organizações com profissionais qualificados e não com leigos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>           Não podemos mais aceitar experiências tais como o desaquecimento da economia ao máximo em nome do combate à inflação, sem pensar no desemprego e no despreparo de nossa população para alternativas de emprego ou trabalho; isto é falta de planejamento, incompetência e desconhecimento de Planejamento Estratégico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Outro assunto, até quando vamos tolerar a falta de planejamento agrícola, num país privilegiado pelo clima e pela fertilidade da terra? Por que esses erros são repetidamente cometidos? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            As autoridades responsáveis pelo planejamento da agricultura no país não conseguem orientar, planejar e subsidiar os pequenos e médios agricultores, pois os cargos são políticos e não técnicos e ai entra o excesso de fisiologismo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Como é que queremos ser o “país do futuro” se não conseguimos alfabetizar uma população que já está envelhecendo e que terá problemas; também não temos planos definidos para nossas crianças onde a evasão escolar é uma das mais altas do mundo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            É urgente de implantação de um programa para aberturas de frentes de trabalhos, para a grande massa de trabalhadores sem qualificação e desempregados, por falta de políticas públicas de educação e empregos, que estão com sua dignidade de provedor familiar destruída; e essas frentes de trabalho deveriam fazer parte do “Plano Global” que citamos acima (30 anos no mínimo), abrangendo a reconstrução das ferrovias, aberturas de rodovias para escoamento da produção agrícola, construção de casas populares com tecnologias baratas e disponíveis no mercado e o reaproveitamento dos desperdícios nas construções que gira em torno de 40%.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Deveríamos resolver nossos problemas internos como nação pobre antes de querer fazer responsabilidade social com nossos países vizinhos; isto acontece muito com empresas que querem demonstrar falsa responsabilidade social, para com a comunidade, e seus funcionários e familiares tem sérias dificuldades, não tem assistência médica, não tem vale refeição muito menos um refeitório decente para seus funcionários.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Novamente estamos servindo de escadas para outros países tais como Argentina, Bolívia, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Chile, e outros em nome do “MERCOSUL” ou em nome das futuras exportações, que nunca funcionou e não vai funcionar, pois esses países só querem empréstimos do BNDES, para construir estradas, usinas, etc. e que provavelmente não irão pagar e ainda colocam barreiras absurdas para nossos produtos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>             “No Brasil as coisas não acabam, definham” citou Roberto Pompeu de Toledo, no Ensaio – A Arte de não Levar a Nada &#8211; Revista Veja de 13/12/06. Queremos também reverter a suposta declaração do general Charles de Gaulle quando da visita ao Brasil em 1959, que este país não é sério; o país realmente sempre foi sério, mas infelizmente as pessoas que o dirigem não o levam a sério, e tornamos isso uma cultura, por falta de cultura.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A informação é muito importante, não a informação deturpada, pois sabendo que o brasileiro pouco lê, divulga-se através de outros meios de comunicação meias verdades, e a primeira é que fica gravada na mente.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Não queremos mais ser conhecidos apenas pelo país do carnaval, futebol, cerveja e mulher bonita, logicamente que tudo isso é muito bom, mas não é tudo que existe.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Também não queremos mais a grife de corrupção, da criminalidade e da ignorância, não queremos que inescrupulosos decidam por nós, tanto na política como na empresa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Queremos sim, virar nossa própria mesa, voltar às escolas, não deixar os Estados Unidos ganhar a corrida do álcool, não nos deixar influenciar por estadistas vizinhos mal intencionados, não nos iludirmos por falsas promessas, queremos sim reagir a toda influência maléfica e levar a sério este país.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor: Cláudio Raza; Mestrado em Educação, Administração e Comunicação, com ênfase em Políticas Públicas, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas para Negócio, Economista, Contador, Palestrante, Professor Universitário Uninove (Gerenciais). </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.claudioraza.com.br/">www.claudioraza.com.br</a> ; <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a> &#8211; E-mail: <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>FALTA DE VISÃO, INCOMPETÊNCIA OU MÁ GESTÃO</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 01:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[            O Brasil é um país atípico tem suas próprias necessidades, riquezas incalculáveis, seus defeitos e precisa gerar empregos, não podemos ficar atrás de teorias econômicas acadêmicas do século passado, temos que criar as nossas próprias políticas econômicas, é isso que não conseguem ou não querem enxergar os formuladores das políticas econômicas.             Estamos cometendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">            O Brasil é um país atípico tem suas próprias necessidades, riquezas incalculáveis, seus defeitos e precisa gerar empregos, não podemos ficar atrás de teorias econômicas acadêmicas do século passado, temos que criar as nossas próprias políticas econômicas, é isso que não conseguem ou não querem enxergar os formuladores das políticas econômicas.</p>
<p style="text-align: justify;">            Estamos cometendo os mesmos equívocos de sempre em sua política cambial; de um lado, o Ministério da Fazenda, tentando neutralizar movimentos especulativos; mantendo juros altos para evitar o consumo, segurar a inflação, que é baixa somente no papel, mas visível nos preços dos produtos que consumimos; de outro, o governo aumentando impostos, causando fechamento ou mudanças de empresas para outros países, emprestando e investindo dinheiro em obras públicas, tais como, corredores de ônibus, estradas, hidroelétricas e outras obras, que não faz no Brasil, mas faz em todos os países vizinhos e que provavelmente esses empréstimos não serão pagos. Estamos com nossas rodovias, ferrovias, portos e aeroportos em péssimas condições, evidência clara da falta de planejamento dos gestores anteriores e suas equipes que, como prêmio foram perpetuados em outros cargos de relevância. Deveríamos resolver nossos problemas internos como nação pobre antes de querer fazer responsabilidade social com nossos países vizinhos</p>
<p style="text-align: justify;">             O governo brasileiro gasta desordenadamente, criando novos estados, para gerar mais gastos públicos, aumentando salários e verbas de representações dos parlamentares que já são as maiores do mundo; estamos fazendo o mesmo que os países da Europa, criando uma máquina governamental insustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">             Poderíamos ser mais ágeis prevendo o futuro, reduzir a alíquota de importação de bens de capital e bens de informática, incentivando o investimento, a modernização do parque produtivo, o aumento de produtividade. Deveríamos estar iniciando reformas que dessem às empresas brasileiras ganhos de produtividade de longo prazo. O salto exportador do Brasil dos últimos anos não foi apenas resultado do bom momento do mundo; foi conseqüência também de todos os avanços estruturais do país após a abertura comercial e a estabilização. Mas esse aumento de produtividade parou de acontecer nos últimos anos, devido ao amadorismo do pé no freio e pé no acelerador, uma política econômica sem rumo, deixando os empresários perdidos e sem condições de planejar o futuro.    </p>
<p style="text-align: justify;">            Tudo isso, custa empregos, afeta as indústrias mais dependentes de mão-de-obra e de insumos nacionais. O estrago será maior, a economia mundial está em crise e desaquecida; com o dólar barato, o chamado “Custo Brasil” se torna mais sensível: as deficiências da infra-estrutura, os impostos pesados e irracionais, a burocracia custosa e o crédito caro atingem as empresas sem amortecedor. Além disso, o contrabando de produtos chineses torna-se muito mais danoso para as empresas e para nossa economia que deixa de arrecadar os impostos devidos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Alguns governos, como o chileno, têm conseguido amortecer a pressão sobre o câmbio, apertando as contas públicas, mantendo os juros baixos e aplicando o excedente fiscal no exterior. As autoridades colombianas apelaram para o controle de capitais, mas logo depois o dólar despencou. Os mais prudentes cuidam de preparar-se para tempos mais difíceis, quando recuarem os preços das commodities, o que já está acontecendo com as commodities brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">            As filiais de empresas multinacionais, por sua vez, aproveitam para remeter grandes quantidades de recursos às matrizes; os altos lucros que obtêm no Brasil, basicamente em operações financeiras, não se transformam em investimentos locais, por insuficiência de demanda</p>
<p style="text-align: justify;">            Como entender uma política econômica que não tem explicação nem para os entendidos nem para os economistas quanto mais para o povo brasileiro que só quer um emprego para sustentar sua família e pagar os irracionais impostos que sufocam a classe média.</p>
<p style="text-align: justify;">           Só para dar uma idéia de quanto nós pagamos de impostos, embutidos nos produtos e serviços que consumimos, em média, pois cada produto tem uma taxação diferenciada quando se fabrica ou vende: exemplo, ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) = <strong>18%</strong> no Estado de São Paulo; IPI (Imposto de Produtos Industrializados) em média <strong>10%</strong>; ISS (Imposto sobre Serviços) na cidade de São Paulo = <strong>5%; </strong>PIS e COFINS (Programa de Integração Social e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) = <strong>3,65% </strong>para as empresas que optaram pelo Lucro Presumido e <strong>9,25% </strong>para as do Lucro Real; Imposto de Renda e Contribuição sobre o Lucro = <strong>10%</strong> em média para os dois regimes, Lucro Presumido e Lucro Real<strong>; até aqui temos por volta de 47% </strong>de impostos sobre os preços dos produtos que compramos.</p>
<p style="text-align: justify;">           Temos também os que são calculados <strong>sobre a folha de pagamento</strong> (Salários dos Empregados), tais como: INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) = <strong>27,8%,</strong> média e o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) = <strong>8%, em média esses dois tributos</strong> representam <strong>6%</strong> sobre as Vendas da empresa ou sobre o preço de venda do produto; temos então um total de <strong>47% mais 6%, totalizando 53% de carga tributária</strong>, isto é; impostos que pagamos já embutidos no preço do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">            Além destes <strong>53%</strong> sobre os produtos que consumimos o Governo Federal ainda arrecada sobre Jogos, tais como Mega Sena, Loteria Federal e outros uma média de <strong>60%,</strong> ficando para o ganhador máximo apenas <strong>16%</strong> do total arrecadado.</p>
<p style="text-align: justify;">            Também o Governo Federal arrecada sobre as pessoas físicas, com suas Declarações de Impostos em abril de cada ano, aproximadamente <strong>20%</strong> sobre os salários, que não é renda.    </p>
<p style="text-align: justify;">            Um remédio pode se tornar um veneno mortal ou deixar seqüelas irreversíveis dependendo da dosagem e da interação com outros medicamentos; é isto o que acontece quando somos medicados por profissionais inexperientes, ou especialistas em uma só área, sem ter conhecimento físico, mental e psicológico como um todo do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">            Aplicando isso às empresas e ao país como um todo não é diferente. Nosso país não cresce, está emperrado e se continuar com esta política econômica ortodoxa, eu diria até inexperiente e teimosa, sem visão de conjunto ou das conseqüências que já estão se tornando irreversíveis, seremos ou se já não somos o pior país da América do Sul, em renda “per capta” digna, em analfabetismo real (só sabe escrever o nome e não consegue interpretar pequenos textos ou mesmo o que escreve), em violência, em desemprego, em saúde, em moradia, em governo paralelo, em corrupção, em impunidade e em outros mais.</p>
<p style="text-align: justify;">            Este é o resultado de continuarmos sendo “medicados” por profissionais especialistas em inflação baixa, mas sem visão de conjunto ou não se importando se o povo está passando fome, se o país não está crescendo, se não existem empregos, isso não é sua especialidade, seu objetivo foi alcançado inflação baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">            Podemos citar outro engano ou substituição de nomenclatura para encobrir o que o governo não quer admitir, é a substituição da palavra inflação por gastos públicos; não temos inflação, pois foi substituído, mas temos um excesso de gastos públicos, que é a mesma coisa, e pelos meus parcos conhecimentos de bacharel em Ciências Econômicas, quando os gastos são maiores que as receitas, que é o caso, origina-se a inflação, o prejuízo, o déficit, é há a necessidade de emitir papel moeda para cobrir o prejuízo, ou pagar estes gastos em excesso gerando aí à inflação que está escondida debaixo do tapete, ou melhor, substituída por outra palavra que poucos entendem, mas sai do seu bolso.</p>
<p style="text-align: justify;">          Para entendermos melhor, Inflação é um processo pelo qual ocorre aumento generalizado nos preços dos bens e serviços, provocando perda do poder aquisitivo da moeda. Isso faz com que o dinheiro valha cada vez menos, sendo necessária uma quantidade cada vez maior dele para adquirir os mesmos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Há vários fatores que podem gerar inflação; o aumento do preço de um item básico na economia pode contaminar os demais preços provocando uma alta generalizada. É o caso do petróleo e da energia elétrica, por exemplo. O excesso de consumo também provoca inflação, pois os produtos tornam-se escassos ocasionando aumento de seus preços. Em outra hipótese, se o Governo gasta mais do que arrecada, e para pagar suas contas emite papel-moeda, provoca inflação, pois está desvalorizando a moeda, uma vez que criou dinheiro novo sem lastro, sem garantia, sem que tenha havido criação de riqueza, de produção. Assim, os bens e serviços continuam os mesmos, mas o dinheiro em circulação aumenta de volume. Passa-se, então, a exigir maior quantidade de dinheiro pela mesma quantidade de produto, o que alguns economistas chamam de dinheiro fraco, dinheiro podre.       </p>
<p style="text-align: justify;">            Para o país crescer, precisa-se de profissionais no comando da economia mais experientes e com visão de conjunto e mudar a medicação; isto é, baixar os juros, deixar a inflação subir ao nível desejável do crescimento econômico do país, exemplo: crescimento 5%, inflação 5%, e assim sucessivamente, e fazer com que o dólar vá acima de R$ 2,00 para dar condições às exportações; esses são os primeiros passos para destravar o país e criar empregos, restabelecendo assim a dignidade perdida do chefe provedor da família.</p>
<p style="text-align: justify;">            As maneiras de aprender coisas, princípios, regras, educação, maneiras de fazer, são através de nossos sentidos, tato, paladar, olfato, visão e audição. Mas, os exemplos e as experiências de nossos pais, avós, profissionais e países são de fundamental importância para acelerar nosso desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">            Pouca coisa se aprende na maioria das escolas brasileiras, pois o ensino no país necessita de mudanças urgentes, mas as autoridades responsáveis pelo ensino não sabem como fazer esta correção, pelo menos é o que tem demonstrado até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">            Hoje, os alunos só sabem responder questões com alternativas prontas, é só colocar um (x), culpa deles não, culpa do sistema de ensino que não ajuda o aluno a pensar e a aprender escrever sobre determinados assuntos; nas faculdades a experiência que tenho é, quando em uma prova se pede para escrever ou explicar não se consegue mais do que 3 (três) linhas e são poucos os que alcançam 5 (cinco) linhas com objetividade</p>
<p style="text-align: justify;">            Temos dificuldades em aprender, é necessário dosar a teoria com a prática, sem a parte prática o ensino fica cansativo e pouco atraente, é aí que entra a Andragogia, ensino para adultos, e não a Pedagogia, ensino para crianças, o mundo mudou, não podemos ficar no passado.                                                                                                                                                       </p>
<p style="text-align: justify;">             Não podemos mais aceitar experiências, com o desaquecimento da economia ao máximo em nome do combate à inflação, sem pensar no desemprego e no despreparo de nossa população para alternativas de emprego ou trabalho; isto é falta de um planejamento, incompetência e desconhecimento de planejamento estratégico.</p>
<p style="text-align: justify;">            Até quando iremos tolerar a falta de planejamento agrícola, num país privilegiado pelo clima e pela fertilidade da terra? Por que esses erros são repetidamente cometidos? Há décadas atrás quando só se plantava café por falta de planejamento agrícola, foi necessário grande queima do produto e erradicação de grandes áreas de plantio, mais recentemente, excesso de cebolas, de batatas, etc., e a população, passando fome e sem emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">           As autoridades responsáveis pelo planejamento da agricultura no país não conseguem orientar, planejar e subsidiar os pequenos e médios agricultores, pois os cargos são políticos e não técnicos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Existe solução para isso? Sim, mas o difícil é reunir pessoas interessadas, tem que ser um <strong>“Projeto de Reconstrução Nacional da Ética, da Educação e do Ensino” </strong>é um projeto de 30 anos ou mais e tem começar na pré-escola para que esta criança tenha um novo conceito e inserir este novo conceito no ensino básico, 2º. grau e universitário, não deixando as empresas de fora.</p>
<p style="text-align: justify;">            Temos que colocar no papel o que queremos para esse país; <strong>educação, emprego, moradia, segurança, saúde e crescimento sustentável sem medo da inflação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">            Como em um Planejamento Estratégico, já definimos <strong>os objetivos</strong>, <strong>as metas</strong><strong>, tais como: </strong>índice de analfabetismo zero, menor taxa desemprego possível, alto índice de moradia, criminalidade zero, saúde para as classes menos favorecidas e índice de crescimento acima a inflação.</p>
<p style="text-align: justify;">            O passo seguinte será identificar quais os <strong>pontos fortes</strong> do país, petróleo, biodiesel, minério, etanol de cana de açúcar, commodities agrícolas, pecuárias e outras; exportação de produtos manufaturados, conservação da Amazônia, maior lençol de água potável e outras.</p>
<p style="text-align: justify;">            O segundo passo será identificar nossos <strong>pontos fracos, </strong>baixo nível de escolaridade, falta de planejamento, corrupção, desemprego, alta carga tributária, grande extensão de nossas fronteiras, exército voltado para o quartel, governos paralelos, influências nefastas de governos de países com más intenções, ferrovias, rodovias, portos, aeroportos, desperdícios no plantio, no transporte e na estocagem de produtos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">            O terceiro passo será identificar as <strong>oportunidades </strong>existentes no mercado mundial, redução da poluição com misturas de etanol na gasolina tais como Inglaterra, Japão, EUA, Alemanha, Rússia, abertura dos mercados emergentes da China, da Índia, trazer para dentro do país empresas de processamento e acabamento de minério, granito, pedras preciosas, etc., montar programa de turismo, com escolas de formação e treinamento de hotelaria e outros serviços complementares.</p>
<p style="text-align: justify;">            O quarto passo será identificar as <strong>ameaças, </strong>existentes a tudo isso, as barreiras, burocracias e taxas alfandegárias para a exportação, o excessivo controle da inflação, falta de políticas públicas para as pequenas empresas, as epidemias bovinas, falta de credibilidade dos políticos e governantes, controle do desmatamento da Amazônia, déficit público, falta de capacitação dos profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: Claudio Raza – Economista, Consultor de Negócios, Professor Uninove.</p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">           </p>
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		<title>O mundo cai de joelhos perante a Crise</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 02:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Comunidade Européia]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Mundial]]></category>
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		<description><![CDATA[           Com a crise dos Estados Unidos, de Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha e outros que logo teremos notícias tais como Italia, França e em conseqüência o descrédito do euro ficou muito mais difícil fazer previsões, ou empreender com relativa segurança, ou até mesmo investir sem riscos.             Também os boatos de especialistas, não especialistas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">           Com a crise dos Estados Unidos, de<span style="color: #000000; text-decoration: underline;"> <span style="text-decoration: underline;"><a title="Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">Portugal</span></a>, <a title="Irlanda" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Irlanda"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">Irlanda</span></a>, <a title="Grécia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">Grécia</span></a>, </span><a title="Espanha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha"><span style="color: #000000;"><span style="color: #888888; text-decoration: underline;">Esp</span>anha</span></a></span> e outros que logo teremos notícias tais como Italia, França e em conseqüência o descrédito do euro ficou muito mais difícil fazer previsões, ou empreender com relativa segurança, ou até mesmo investir sem riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Também os boatos de especialistas, não especialistas e especuladores, fazem com que as bolsas oscilem sem uma razão lógica, e automaticamente o dólar é o efeito contrário das bolsas, quando um cai o outro sobe.</p>
<p style="text-align: justify;">            Antes de fazer qualquer prognóstico econômico mundial temos também que levar em consideração que a China é um grande parceiro econômico dos Estados Unidos e os interesses mútuos maiores ainda; mesmo que haja uma queda no consumo interno hoje os americanos consomem 70% do PIB interno do país, e 21% do PIB mundial, mesmo que a previsão é de queda do consumo os americanos ainda são os que mais consomem; isso pela confiança e pela relativa solidez da economia americana.</p>
<p style="text-align: justify;">            Para fins de esclarecimentos, o PIB é a soma anual de todas as atividades produtivas (bens e serviços) realizadas dentro do país. Ele representa o desempenho econômico de uma nação, independentemente da nacionalidade das empresas e das remessas de lucros feitas por elas ao exterior. Só não são contabilizadas no PIB as rendas obtidas em atividades externas por empresas que atuam fora das fronteiras nacionais e as rendas e salários de pessoas que trabalham no exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">            A crise dos Estados Unidos está circunscrita a bancos de segunda linha, que abusaram do crédito fácil, concedidos aos mutuários da casa própria norte americanos, e não houve a preocupação de uma alta inadimplência, mas o povo americano irá pagar a conta, como também as verbas para guerras, reconstrução dos efeitos das guerras, e os gastos de segurança contra o terrorismo.</p>
<p style="text-align: justify;">            Os Estados Unidos estão em busca de sua autonomia energética; se não tomarmos medidas sérias com nosso etanol, biodiesel e outros recursos e tecnologias que temos, em pouco tempo não conseguiremos exportar nossos produtos alternativos energéticos e teremos barreiras maiores do que temos hoje. </p>
<p style="text-align: justify;">            A economia mundial está passando por mutações; em 20 ou 30 anos alguns países irão tomar a dianteira em alguns segmentos, enquanto que outros perderão sua importância. Mas, não podemos nos iludir com afirmações emotivas de que os Estados Unidos estão prestes a perder a importância e domínio econômico mundial. A China que é a economia que está despontando no mundo econômico, só chegou a esse ponto com a ajuda e acordos econômicos e industriais com os Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Quando a China se desentendeu com a Rússia e cortaram os acordos, os EUA foram oferecer ajuda e desenvolvimento tecnológico a custos irrisórios, da mesma forma que ofereceu ao Japão no pós-guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">            A China já é uma grande potência econômica, mas os EUA manterão este domínio no mínimo até 2050, quando provavelmente outras crises surgirão.</p>
<p style="text-align: justify;">            A China e a Índia juntas representam numericamente uma importância mais representativa para o comércio mundial do que Estados Unidos e Europa. O PIB americano representa 20% do PIB mundial, o da China 16% e o da Índia 6%, e o do Brasil de 2 a 3%.</p>
<p style="text-align: justify;">            Os principais países da Europa possuem uma elevada dívida pública, um gasto previdenciário com uma população cada vez mais velha, empréstimos de outros países que superam em muito seu próprio PIB.</p>
<p style="text-align: justify;">            A crise mundial agravou os problemas financeiros de países da UE (União Européia). Os governos, para diminuir os impactos da crise, ajudaram os setores mais críticos da economia com pacotes bilionários, que evitariam perdas de empregos e atenuariam os efeitos negativos das turbulências no setor financeiro. Com tantos pacotes de ajuda, a arrecadação destes governos diminuiu e eles ficaram mais endividados</p>
<p style="text-align: justify;">            Para os países da zona do euro, reformas que cortem gastos públicos é uma necessidade, mas, a resistência dos grupos organizados que não desejam abrir mão dos privilégios, criam situações difíceis. Também a imigração descontrolada, a demografia desfavorável, a economia dependendo de empréstimos e ajuda externa agrava o futuro da Europa. Se nada for feito nos próximos anos, poderemos presenciar, nesse século ainda, o declínio da Europa.       </p>
<p style="text-align: justify;">            A Grécia aplicou medidas de ajuste fiscal para receber ajuda financeira da União Européia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) e tem enfrentado dificuldades para refinanciar suas dívidas e desperta preocupação entre investidores de todo o mundo sobre sua situação econômica; com a arrecadação em baixa e os gastos em alta, ela gasta mais do que arrecada e está tentando cortar seu déficit fiscal com dolorosas medidas de austeridade para convencer os mercados de que não dará calote na dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">            Todos os países da zona do euro e qualquer um que negocie com a zona do euro é afetado por causa do impacto da crise grega sobre a moeda comum européia. Teme-se que isso provoque um efeito dominó, derrubando outros membros da zona do euro cujas economias estão enfraquecidas, como Portugal, Irlanda, Itália e Espanha, pois todos enfrentam dificuldades para reequilibrar suas contas.</p>
<p style="text-align: justify;">            Portugal tem um déficit fiscal de 9,3% do PIB, maior do que o esperado. Enfrentando pressão para reparar suas finanças, o governo português prometeu reduzir o déficit para 8,3% do PIB neste ano. A União Européia deu a Portugal até 2013 para reduzir o déficit para menos de 3% do PIB, o limite máximo aceito pelas regras do bloco. O governo português disse que o déficit maior do que o esperado no ano passado resultou de um declínio da arrecadação, o governo português, tentará reduzir os gastos por meio do congelamento de salários de empregados do setor público.</p>
<p style="text-align: justify;">            A Itália, economia bem maior que Grécia e Portugal, mas que também enfrenta dívidas altas e crescimento econômico fraco, que deixa pouca margem para o governo sair da situação fiscal desfavorável. A preocupação dos analistas é de que a União Européia até poderia resgatar a Grécia e Portugal, mas não a Espanha e Itália, países bem maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">            A Espanha tem um endividamento privado, principalmente de mutuários de empréstimos habitacionais que se viram em apuros quando a bolha imobiliária do país estourou. Os grandes bancos espanhóis são sólidos, mas há instituições regionais de pequeno porte com foco em poupança e hipotecas e que tiveram um forte aumento da inadimplência, o mesmo que aconteceu nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">             A recessão no país é profunda: a taxa de desemprego chegou a 20%. Sua dívida pública, em proporção do PIB, é metade da grega (53,2%). Porém, por se tratar de uma economia muito maior, se não ajustar suas finanças o estrago será muito grande.</p>
<p style="text-align: justify;">            A Irlanda também está com sua situação agravada devido a redução na construção que causou uma recessão económica, e tem agora o segundo mais alto nível de endividamento das famílias no mundo, atingindo os 190% do rendimento familiar. Terá que fazer cortes nos gastos públicos e aumento de impostos.</p>
<p style="text-align: justify;">            A França admite fazer revisão do crescimento econômico de 2012, que pode ser inferior ao previsto, e o primeiro-ministro, François Fillon, admitiu possível corte do crescimento econômico no próximo ano e que serão adotadas novas medidas de ajuste se a França não chegar ao crescimento mínimo de 1,5% em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">            No caso específico do Brasil, poderá ocorrer que empresas e bancos estrangeiros irão remeter grandes somas de lucros e dividendos acumulados em seus balanços para ajudar a matriz superar ou minimizar os efeitos da crise nos seus países; isso vai alterar o Balanço de Pagamentos das contas brasileiras, pois haverá grandes somas de dólares e euros saindo do país, a produção interna está começando a sofrer os efeitos da crise mundial, redução das compras internacionais, do aumento das importações, da redução das exportações, etc. Temos uma queda do Produto Interno Bruto (PIB), isto é, tudo que é produzido no país; a taxa de investimentos na economia caiu em um ano por volta de 2%, e na desindustrialização, nossas indústrias, estão se transferindo para outros países com carga tributária menor.     </p>
<p style="text-align: justify;">            Os Estados Unidos e o Brasil produzem aproximadamente 70% do etanol do mundo; o custo médio do litro no Brasil é de US$ 0,22 nos EUA de US$ 0,30 e na União Européia R$ 0,55. Um hectare <strong><em>de cana </em></strong>no Brasil produz 6.000 litros de álcool, nos USA um hectare <strong><em>de milho,</em> </strong>produz 3.500 litros.</p>
<p style="text-align: justify;">            Para os exportadores brasileiros o cambio é insuficiente, pois só favorece as importações, aliado a alta carga tributária brasileira e ainda agravada pelas barreiras impostas pelos países importadores de nossos produtos, exemplo: calçados, etanol, açúcar, carnes, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            </strong>O governo brasileiro poderia tomar iniciativas rápidas para injetar mais dinheiro na economia incentivando o consumo e o emprego, alterando ou simplificando alguns direitos trabalhistas, tais como;</p>
<p style="text-align: justify;">            a-) As férias, e o 13º. Salário, poderiam ser divididos ao longo do ano, como é feito contabilmente, evitando picos de desencaixes de dinheiro pelas empresas no final do ano.</p>
<p style="text-align: justify;">            b-) Reduzir o adicional sobre as horas extras e a porcentagem do adicional noturno.</p>
<p style="text-align: justify;">            c-) Reduzir as contribuições ao INSS, seguros e sindicatos.</p>
<p style="text-align: justify;">            d-) Liberação da Multa de 40% na demissão do FGTS, a realidade nas empresas já demonstra que o empregado pede demissão já faz um acordo com a empresa devolvendo esse valor por fora.</p>
<p style="text-align: justify;">            e-) Para injetar mais dinheiro na economia e facilitar a vida dos desempregados ou não, liberar em até 50% dos depósitos totais acumulados, para saques do FGTS, para pagamentos de dívidas com cartões de créditos, dividas com carros, ou outro qualquer; pois também estes acordos são feitos nas empresas burlando a legislação.</p>
<p style="text-align: justify;">            f-) Agilizar as ações trabalhistas junto à Justiça do Trabalho, para que o dinheiro chegue mais rápido aos desempregados.</p>
<p style="text-align: justify;">            g-) Liberação de parcelas do PIS, para desempregados, ajudando-os na manutenção dos gastos.</p>
<p style="text-align: justify;">            h-) Incentivos de impostos nas admissões de jovens sem experiência, não como hoje é feito, onde são admitidos como estagiários e ali permanecem por vários anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>           </strong>As empresas brasileiras também poderiam tomar algumas medidas preventivas, tais como:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Primeira:</span> Dólar baixo, real em alta, importar máquinas, equipamentos, novas tecnologias e modernizar sua empresa aguardando a virada ou a melhora do mercado internacional tornando sua empresa mais competitiva e de qualidade para atender os exigentes mercados europeus, americanos e asiáticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Segunda</span>: Aqueles que já exportam ou querem começar, não abandonar o mercado externo já consolidado ou a consolidar, principalmente o mercado americano e europeu, pois caso desista sua credibilidade ficará abalada; aquele que irão começar a exportar inicie pelos países menos exigentes e em crescimento e sem muitas barreiras, exemplo a África ou a Índia, que servirão de experiência para outros mercados.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Terceira</span>: Fazer um melhor controle de seus estoques, mantendo-os o mais baixo possível sem prejudicar suas vendas, isso lhe dará um folga financeira para seu fluxo de caixa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Quarta</span>: O mercado interno estará mais favorável para compras de oportunidades, isto é; aproveitar preços baixos devido às sobras de exportações não efetuadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Quinta</span>: Manter um estreito controle de lucratividade por produto e usar estratégias de oferecer ao mercado interno os produtos mais lucrativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Sexta</span>: Aproveitar para reciclar seus fornecedores com melhores preços, condições de pagamentos e melhor qualidade</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Sétima</span>: Enxugar o quadro funcional, aproveitando os talentos internos, dando-lhes oportunidades de lideranças e cargos de decisão, injetando sangue novo na sua gerência e diretoria, onde se concentram seus maiores gastos e às vezes sem muito retorno devido ao comodismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Oitava</span>: Fazer uma análise dos clientes ativos e inativos para possíveis exclusões de alguns ativos e recuperação dos inativos investigando os motivos da inatividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Nona:</span> Montar um Planejamento Estratégico, mesmo que pequeno e simples para programar todas as estratégias possíveis na melhoria do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Décima</span>: Saia da zona de conforto analise o mercado, recolha informações, participe de palestras na sua entidade de classe, converse com outros empresários do mesmo ramo ou não, verifique o que estão fazendo para vencer a crise e recicle-se.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fontes: <a href="http://www.passeiweb.com/saiba_mais/atualidades/1273841190">http://www.passeiweb.com/saiba_mais/atualidades/1273841190</a>  <a href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica">http://economia.ig.com.br/criseeconomica</a>     </p>
<p style="text-align: justify;"> Autor: Cláudio Raza; Economista, consultor, professor Uninove. site: <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a> e E-mail: <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Produtos para atender a nova classe média</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 18:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nova classe média]]></category>
		<category><![CDATA[produtos alternativos]]></category>
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		<description><![CDATA[           A nova classe média do Brasil que está migrando de D e E para a classe C, precisa de produtos com preços menores, compatíveis com seu novo, status social.             Na última década, o perfil socioeconômico do país mudou e muito. A principal novidade foi o fortalecimento da classe C, composta por famílias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">           A nova classe média do Brasil que está migrando de D e E para a classe C, precisa de produtos com preços menores, compatíveis com seu novo, status social.</p>
<p style="text-align: justify;">            Na última década, o perfil socioeconômico do país mudou e muito. A principal novidade foi o fortalecimento da classe C, composta por famílias que têm uma renda mensal domiciliar total (somando todas as fontes) entre R$ 1.064,00 e R$ 4.561,00.</p>
<p style="text-align: justify;">            Pesquisas indicam que em 2011 a classe C, representa cerca de 52% da população; De acordo com dados do instituto de pesquisa Data Popular, a classe C é responsável por 78% do que é comprado em supermercados, 60% das mulheres que vão a salões de beleza, 70% dos cartões de crédito no Brasil e 80% das pessoas que acessam a internet. “A nova classe média movimenta R$ 273 bilhões na internet por ano somente com seu salário, se considerarmos o crédito disponível à ela, esse montante dobra”.</p>
<p style="text-align: justify;">            As pessoas que formam essa nova classe média são aquelas que antes não tinham conta em banco e só consumiam o que realmente era necessário, mas, que hoje compram o primeiro carro zero e constroem a sua casa própria.</p>
<p style="text-align: justify;">            A nova classe C é predominantemente jovem, composta por expressiva fatia de afro-descendentes. Em Salvador, por exemplo, 41% das pessoas que fazem parte dessa faixa da população são negros e, em Brasília, 22%.</p>
<p style="text-align: justify;">            De acordo com Henrique Salvador, presidente da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), a concorrência é cada vez maior entre as operadoras de convênio, que fazem planos mais baratos para atrair a classe C. A estratégia provoca uma sobrecarga nos hospitais.</p>
<p style="text-align: justify;">            A migração de pessoas do setor público para o privado que ocorre na área de saúde também se dá na de educação. Em 2003, 11% dos alunos matriculados nos ensinos fundamental e médio frequentavam escolas privadas. Esse porcentual está em 16% hoje e deve chegar a 20% em cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">            A nova classe média brasileira é formada por pessoas mais jovens, com um nível de escolaridade maior e dispostas a aumentá-lo, mais exigente na hora de consumir e decidir onde investir o seu dinheiro e inserida no mercado de trabalho formal.</p>
<p style="text-align: justify;">            Na maioria das famílias de classe média brasileira, os pais ainda são mecânicos, pedreiros, empregadas domésticas, cozinheiras. Os filhos, vendedores de lojas, operadores de telemarketing, recepcionistas.</p>
<p style="text-align: justify;">            De modo geral, nessas famílias quem comanda tem uma escolaridade baixa. Porém, seus filhos já estão seguindo outro rumo. Segundo um levantamento da consultoria Data Popular, 68% dos jovens da Classe C estudaram mais que seus pais.</p>
<p style="text-align: justify;">             Nas classes A e B esse percentual não passa de 10%. Os dados revelam a importância que o estudo tem hoje na vida dos futuros chefes de família da classe que mais cresce no País.</p>
<p style="text-align: justify;">            Hoje, o sonho de muitos desses jovens não é apenas o carro zero e o celular de última geração, o diploma de Ensino Superior e o MBA tornaram-se mais importantes do que qualquer outro produto disponível no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">            Muitas empresas ainda insistem em não criar produtos alternativos para esse mercado emergente, que é maior do que se conhece e sedentos de novos produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Nas zonas sul e leste da cidade de São Paulo estão concentrados as massas das classes D e E, que estão migrando para a classe C. Os shoppings destas regiões estão se adaptando à nova realidade social local, mas os produtos que ali vemos são de países que utilizam meios não humanamente corretos para torná-los baratos no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">            É uma estratégia de guerra que temos de praticar para desalojar estes produtos e preencher este espaço com produtos alternativos de 2ª.marca, ou 2ª.linha que satisfaçam esse mercado cada vez mais crescente.</p>
<p style="text-align: justify;">            Algumas empresas ficam nos extremos, ou produz produtos de alta qualidade e preço ou produz com baixíssima qualidade que, usam-se pouco e quebra-se logo.</p>
<p style="text-align: justify;">            O que estamos sugerindo é encontrar um meio termo para atender esse mercado emergente que está consumindo produtos “Made in China”.</p>
<p style="text-align: justify;">            As vantagens de uma linha ou marca alternativa é que a empresa já tem o espaço na empresa, a tecnologia, a logística, a infra-estrutura administrativa, e de vendas, e esses gastos ou custos já estão sendo pagos pelos produtos de primeira linha ou marca tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">            O consumidor está se diversificando, consultando preços, qualidade e novas marcas, e a internet já é uma realidade diária do brasileiro; querem produtos mais baratos e com boa qualidade como os “Made in China”, iguais aos originais, mas, com preços baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Precisamos mudar e rever nossos conceitos, quanto à lucratividade excessiva, como a dos bancos, dos produtos tradicionais para a Classe A e a Classe especial, pois a grande massa consumidora está crescendo, e as empresas poderão lucrar pelo volume vendido, não somente pelo preço.</p>
<p style="text-align: justify;">            Esta classe emergente é que sustenta a economia e a receita do governo com seus impostos e contribuições embutidos nos preços dos produtos em que muitos deles ultrapassam a taxa de 50%, para sustentar uma máquina governamental omissa com a realidade do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.sae.gov.br/novaclassemedia/?page_id=58">http://www.sae.gov.br/novaclassemedia/?page_id=58</a></p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Autor: Cláudio Raza</strong>: consultor, professor Uninove.  <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a>: <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>TEORIA DAS RESTRIÇÕES OU “GARGALOS”</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 15:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gargalos]]></category>
		<category><![CDATA[OPT]]></category>
		<category><![CDATA[Teorias das Restrições]]></category>

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		<description><![CDATA[            Para os que ainda não entraram em contato com a Teoria das Restrições vamos citar a origem da mesma.             “Criada pelo físico israelense Eliyahu M. Goldratt na década de 80, a Teoria das Restrições foi inicialmente fundamentada em programas de computação com o objetivo de desenvolver e implementar um sistema de programação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>            Para os que ainda não entraram em contato com a Teoria das Restrições vamos citar a origem da mesma.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            “Criada pelo físico israelense Eliyahu M. Goldratt na década de 80, a Teoria das Restrições foi inicialmente fundamentada em programas de computação com o objetivo de desenvolver e implementar um sistema de programação de produção, com capacidade, para resolver problemas de chão de fábrica. Este sistema ficou conhecido como OPT (Optimized Production Technology) e sua aplicação tornou-se para muito sinônimo de Teoria das Restrições. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A primeira experiência bem sucedida de abordar o que foi depois chamado de “O Processo de Raciocínio da Teoria das Restrições” se deu através da publicação de “A Meta”, um livro técnico escrito de maneira romanceada por Goldratt juntamente com Jeff Cox. “A Meta” não somente foi à base na qual foi sedimentada a Teoria das Restrições, como também foi muito útil em aplicações industriais via implementação dos conceitos de programação da produção delineados na obra. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            De acordo, com os pressupostos na teoria, restrição “é qualquer coisa que limita um sistema em conseguir maior desempenho em relação a sua meta.”. (Fernando Bernardi de Souza)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Mas, para nosso Brasil, cheio de restrições, gargalos, burocracia, pequena empresa sem capacitação, sem apoio, concorrência desigual, temos que fazer adaptações (Planejamento Adaptado as Restrições), pois as empresas de pequeno porte não conseguem nem pagar seus impostos, nem contratar profissionais qualificados, muito menos informatizar com “softwares” apropriados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Mas, como acredito vai demorar um pouco para chegarmos ao ponto ideal, pois as mudanças são feitas na cabeça do ser humano, e isso só é possível nos primeiros anos escolares e com bons exemplos, vamos tentar adaptar ou traduzir em sistemas práticos algumas sugestões que as pequenas empresas, pois as grandes já atingiram sua maturidade, podem aplicar de forma barata.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A Teoria das restrições quando focam os gargalos ou atrasos de produção, a empresa tem que através de seus vendedores ou distribuidores, ter uma idéia de qual é a sua previsão de vendas e qual sua capacidade de produção, tendo sempre um planejamento de produção com uma margem de segurança ou um pequeno estoque estratégico para emergências ou restrições internas. Não se admite mais hoje entrar em um negócio sem ter todas as informações do mercado, tem que ter uma empresa adequada ao seu negócio tem que se fazer um Plano de Negócio antes de entrar em qualquer atividade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A Teoria fala também sobre contabilidade de ganhos, venda menos material direto, tem que tomar muito cuidado com esse sistema, pois os pequenos empresários estão acostumados a misturar suas contas particulares com as da empresa, ficam iludidos com a margem bruta do produto e começam a colocar notas de serviços de terceiros para cobrir suas contas particulares; a sugestão é calcular o preço de venda com todos os impostos, materiais diretos e indiretos, comissões e lucro desejado, e seguir seu Plano de Negócio inicial e revisando-o quando necessário.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A Teoria menciona que o custo é o inimigo da produtividade, sim, qualquer custo mal administrado ou excesso de custo ou gasto é prejudicial à empresa como um todo; a sugestão é revisar a lucratividade dos produtos e manter somente os produtos com boa rentabilidade, a não ser que tenha produto de baixa lucratividade, mas que venda muito ou é o carro chefe das vendas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Outro ponto que a Teoria menciona é o processo de raciocínio, que é o que fazer para mudar; mas se você no seu Plano de Negócio tomar todos os cuidados necessários, como: Previsão de Vendas perto da realidade; Planejamento e Controle da Produção (PCP), quando tiver excesso de produção terceirizar com qualidade; Controles de Estoques, tanto de produtos acabados, semi-acabados, ou matérias primas; revisar as cotações de preços dos fornecedores; revisar a margem de lucros dos produtos; manter um fluxo de caixa (cash-flow) diário e mensal; ficar atento as oportunidades de mercado; acompanhar os passos da concorrência; surpreender sempre o cliente com aquilo que ele não esperava de bom.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Com esses cuidados, sem muita sofisticação, conseguirá bons resultados até que você tenha condições de informatizar com softwares integrados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor: Cláudio Raza, consultor, professor Uninove<span style="text-decoration: underline;">. <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>  <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a> </strong></p>
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		<title>Mudanças na maneira de agir, mas não na maneira de pensar.</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 14:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mas não na maneira de pensar.]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças na maneira de agir]]></category>

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		<description><![CDATA[          As empresas são compostas por pessoas de diversos níveis culturais, religiosos, sociais, filosóficos, e com diversas maneiras de pensar e agir, mas tendo que se adaptar a um só modelo de pensar e agir, o da cultura da própria empresa.          Cultura empresarial ou organizacional em linhas gerais é a maneira de ser da empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">          As empresas são compostas por pessoas de diversos níveis culturais, religiosos, sociais, filosóficos, e com diversas maneiras de pensar e agir, mas tendo que se adaptar a um só modelo de pensar e agir, o da cultura da própria empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">         Cultura empresarial ou organizacional em linhas gerais é a maneira de ser da empresa ou como ela faz as coisas, são seus valores agregados deste a fundação e carrega muito da personalidade do fundador ou do dono da empresa, e estes valores e maneira de agir passa para seus diretores e gerentes e são absorvidos pelos empregados de todos os setores; tem o seu lado positivo, mas também tem seu lado negativo, pois bloqueia muito a criatividade dos funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">         È muito difícil mudar a cultura de uma empresa, este tem sido um desafio para consultores organizacionais quando da implantação de sistemas ou de ferramentas de controle e gestão, tais como: Planejamento Estratégico, Plano de Negócios, Plano de Marketing, Balanced Score Card (BSC), Fluxo de Caixa, Controles de Estoques, Ponto de Equilibrio, Avaliações de Desempenho, Indicadores Financeiros e de Qualidade e outros; o máximo que se consegue, é fazer algumas adaptações às culturas organizacionais para se conseguir algum sucesso nessas implantações.</p>
<p style="text-align: justify;">         Neste caso as empresas (empresários ou donos) não mudam sua maneira de pensar ou sua cultura empresarial, os funcionários é que tem de mudar sua maneira de agir adaptando-se a maneira da empresa, seja essa maneira correta ou não. Esta é a primeira dificuldade que o novo funcionário encontra; deixar de lado tudo aquilo que ele aprendeu ao longo de sua carreira, na escola, na família, na comunidade, na igreja, em outras empresas, para agir de acordo com o novo modelo (nova cultura empresarial).</p>
<p style="text-align: justify;">         Essa nova maneira de agir não mudou a sua maneira de pensar, continua com seus valores e princípio arraigado só mudou a sua maneira de agir. Essas mudanças que o funcionário não esperava encontrar, pois desconhecia a cultura da empresa, pode causar uma frustração levando-o até mesmo á uma depressão, com queda de produtividade e constituindo um fardo toda manhã, ao ir ao trabalho, e acabam não vestindo totalmente a camisa da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">         As literaturas de gestão mostram que o conhecimento mais a experiência fazem com que as pessoas mudem de atitude ou a maneira de ser; mas todo conhecimento depende de informação que retida e aplicada gera experiência. Quando eu consigo mudar o meu comportamento que é a maneira de agir eu também consigo incentivar e até mudar o grupo ou os funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">         Um dos fatores de dificuldade é que os executivos estão distantes do grupo, passam a maior parte do tempo em reuniões e depois assinando papéis que deixou por causa da reunião e o dia já se foi e as dificuldades dos subordinados ficam para depois e depois.</p>
<p style="text-align: justify;">         Outro fator é que a empresa só está preocupada com o cliente externo e com o lucro, mas esquece que o funcionário também é um cliente interno e que tem suas necessidades como o cliente externo, lembrando-se dele somente quando ele sai e vai para a concorrente.</p>
<p style="text-align: justify;">         Algumas empresas têm dificultado e até mesmo impedindo o crescimento profissional de funcionários, não permitindo seu aproveitamento em outros setores ou fazendo um rodízio funcional com os mesmos, oxigenando assim seu plano de carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">         Para minimizar estes conflitos e dificuldades:</p>
<p style="text-align: justify;">         A-) <span style="text-decoration: underline;">da parte da empresa</span>, quando da contratação, colocar claramente a cultura da empresa para que o candidato analise se seus princípios e maneira de pensar estão alinhados com os da empresa; buscar mais informações e capacitar melhor seus dirigentes para que sua cultura empresarial seja mais flexível, procurar ouvir seus funcionários, expor claramente o que deseja deles, fazer com que participem mais das decisões e objetivos da empresa, atender as necessidades emocionais com elogios e responsabilidades a altura do seu empenho;</p>
<p style="text-align: justify;">         B-) <span style="text-decoration: underline;">da parte dos funcionários</span>, maior empenho, procurarem entender melhor os objetivos da empresa, conhecer a si mesmo, administrar sua reputação, construir e manter contatos manter-se atualizado, não ser resistente a mudanças, equilibrar suas competências especialistas e generalistas, documentar suas realizações e trabalhar para a empresa como fosse seu próprio negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">         Desta forma estará pensando como a empresa pensa e agindo coerentemente com a cultura empresarial da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor: Cláudio Raza; Consultor, professor Uninove.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Site: <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a> e E-mail: <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></strong></p>
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		<title>“A VERDADEIRA DIFICULDADE NÃO ESTÁ EM ACEITAR IDÉIAS NOVAS. ESTÁ EM ESCAPAR DAS IDÉIAS ANTIGAS”</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 14:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
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		<category><![CDATA[“A VERDADEIRA DIFICULDADE NÃO ESTÁ EM ACEITAR IDÉIAS NOVAS. ESTÁ EM ESCAPAR DAS IDÉIAS ANTIGAS”]]></category>

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		<description><![CDATA[            O economista inglês John Maynard Keynes, vivido de 1883-1946, o mais importante economista da primeira metade do século XX. Com exceção de Karl Marx, nenhum outro homem em toda literatura econômica causou tanto furor quanto ele, tanto na teoria como na prática econômica.             São dele estas palavras do titulo deste artigo, ditas há mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">            O economista inglês John Maynard Keynes, vivido de 1883-1946, o mais importante economista da primeira metade do século XX. Com exceção de Karl Marx, nenhum outro homem em toda literatura econômica causou tanto furor quanto ele, tanto na teoria como na prática econômica.</p>
<p style="text-align: justify;">            São dele estas palavras do titulo deste artigo, ditas há mais de 59 anos e permanecem vivas até os dias de hoje. Por que o administrador ou o gestor ainda hoje resiste em não abandonar as idéias antigas. Já lemos, pesquisamos, ouvimos falar, que empresas investem muito tempo e dinheiro em treinamento, reciclagem gerencial, universidade corporativa, novos modelos de administração, cursos e seminários sobre gestão empresarial, contratam consultorias para implantação de Balanced Scorecard, Planejamento Estratégico, SeisSigmas, e varias outras ferramentas de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">            Depois de todo esse empenho, são poucas as empresas que conseguem dar continuidade ao aprendido ou implantado. Temos informações de empresas que se empolgaram com essas ferramentas esperando resultados imediatos ou pela resistência dos executivos não conseguiram sequer iniciar o trabalho de levantamento de informações.</p>
<p style="text-align: justify;">            As que conseguiram implantar com muita dificuldade, achando que não mais precisariam dos consultores para fazer uma manutenção semestral, abandonaram tão logo esses consultores deixaram a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">            Os motivos são vários, poderíamos citar alguns, tais como:</p>
<p style="text-align: justify;">- A divulgação das vantagens e dos benéficos do planejamento não foram bem      esclarecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">- O alinhamento de todos os funcionários com o objetivo comum do novo modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Não houve um comprometimento por parte dos executivos e dos funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">- Esperavam-se resultados imediatos e não a médio e longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">- O medo de deixar de lado as idéias antigas.</p>
<p style="text-align: justify;">- A falta de visão de futuro dos empresários.</p>
<p style="text-align: justify;">- A resistência em deixar aplicar novos modelos aprendidos nos cursos e seminários.</p>
<p style="text-align: justify;">- O envolvimento diário com as atividades não deixando tempo suficiente para aprimoramento.</p>
<p style="text-align: justify;">            Muitos cursos hoje de pós-graduação e MBA, são voltados para quem já têm a graduação ou curso universitário; em vários destes cursos de Pós e MBA, as matérias são voltadas ou dão ênfase a Gestão Empresarial e a Administração Inteligente, matérias essas imprescindíveis hoje, devido à grande competitividade existente no mercado em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">            Nesses cursos de um ou dois anos, aprende-se muito, tanto com os professores, como também com os alunos que trazem suas experiências contribuindo sobremaneira para abertura de nossos olhos, com relação às mudanças rápidas e com as novas formas de administrar.</p>
<p style="text-align: justify;">            Outro aspecto importante é que os executivos participam de palestras, cursos, etc. não com a finalidade de buscar novas técnicas, mas para manter o “status”. Em alguns casos também os cursos não atendem as expectativas dos participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">            Vimos aqui, que pouca coisa se aproveita ou é aplicado do que é aprendido. É uma cultura que precisa ser mudada, temos que aprender com os exemplos de países que deram certo, como o Japão que após ser praticamente destruído, se recuperou em menos de 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Mas, sabemos que, através das estatísticas do SEBRAE, poucas empresas conseguem chegar ao quinto ano de vida. Também o SEBRAE, indica quais são os maiores problemas que levam a esta situação;</p>
<p style="text-align: justify;">            No tocante à escolaridade, verificam-se as participações de empreendedores com segundo grau completo até superior incompleto é de 44% e superior completo ou mais 27%, indivíduos com primeiro grau completo 17% e os que possuem apenas o primeiro grau incompleto para 12%.</p>
<p style="text-align: justify;">            Com relação à faixa etária dos indivíduos que constituem empresas, cerca de 46% possuem de25 a39 anos, 30% estão na faixa de40 a49 anos, 18% têm 50 anos ou mais e apenas 6% têm de15 a24 anos. A idade média destes empreendedores é de 40 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">             Entre os donos das empresas constituídas, 60% afirmam que, antes de abrir seu negócio, possuía algum tipo de experiência ou conhecimento anterior no ramo de seu negócio. Entre os que tinham experiência ou conhecimento anterior, estes eram derivados de: trabalho anterior como empregado em empresa de mesmo ramo (41%), trabalho anterior como autônomo no mesmo ramo (17%), atuação como proprietário de outra empresa no mesmo ramo (16%), consulta a familiares que possuem negócios similares (15%), atuação como diretor ou gerente em empresa do mesmo ramo (8%) e outras atividades (2%). Observa-se que praticamente metade atuou diretamente em empresa do mesmo ramo, como empregado ou diretor/gerente, antes de abrir seu próprio negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">            Esses dados reforçam a constatação anterior de que parte expressiva dos novos empreendedores estava originalmente ocupada como “empregado em empresas privadas”.</p>
<p style="text-align: justify;">            Assim, é possível afirmar, diz a pesquisa do SEBRAE, que a mortalidade das empresas está associada, principalmente, a:</p>
<p style="text-align: justify;">(1)               Deficiências no planejamento prévio do negócio;</p>
<p style="text-align: justify;">(2)               Deficiências na gestão empresarial;</p>
<p style="text-align: justify;">(3)                Insuficiências de políticas de apoio</p>
<p style="text-align: justify;">(4)                Conjuntura econômica deprimida (baixo consumo e elevada concorrência)</p>
<p style="text-align: justify;">(5)                Problemas pessoais dos sócios proprietários.</p>
<p style="text-align: justify;">            Notamos que de acordo esse estudo “Sobrevivência e Mortalidade das Empresas Paulistas de1 a5 anos” do SEBRAE, as duas principais causas são:</p>
<p style="text-align: justify;">            1<sup>a</sup>. – Deficiências no planejamento prévio do negócio;</p>
<p style="text-align: justify;">            2<sup>a</sup>. – Deficiências na gestão empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">            Apenas 27% dos empresários neste estudo têm o curso superior completo, isto significa que aproximadamente 73% dos empresários, provavelmente não têm as noções básicas de planejamento e gestão empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">            Também se levarmos em consideração os 23% com curso superior, talvez muitos não fizeram uma especialização (PÓS ou MBA), agravando-se ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">            Este estudo nos alerta que há necessidade de abrir oportunidade de cursos de “Gestão Empresarial” a nível técnico, para esses empresários que não tem curso superior, como também a JUCESP – JuntaComercialdo Estado de São Paulo, exigir um projeto ou plano de negócio, para poder abrir sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">            Este é o motivo de alguns empresários sobreviventes, agirem de forma empírica não levando em consideração as modernas técnicas de administração, como também as mudanças rápidas que ocorrem no mercado, nos consumidores e nos produtos; “não conseguem deixar das idéias antigas” como disse Keynes.</p>
<p style="text-align: justify;">            Todos nós sabemos o que tem que ser feito, somos os mais versáteis do mundo, talvez o mais inteligente, acostumado com as incertezas, assolados pela indiferença dos governantes e parlamentares, que como disse Keynes, não querem se libertar das idéias antigas.</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: Cláudio Raza, consultor, site: <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a> e E-mail: <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Informações básicas para administrar e tomar decisões na sua empresa.</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 02:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Administrar sua empresa]]></category>
		<category><![CDATA[informações básicas para tomar decisões]]></category>

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		<description><![CDATA[           Na época em que estamos de globalização, do conhecimento, da informação, a “inteligência de negócios” ou “business intelligence” é fundamental para a sobrevivência no mercado competitivo que os empresários estejam antenados e preparados para administrar seu negócio tomando decisões compatíveis e não se admite ao empresário ou gestor não estar atualizado com as várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>           Na época em que estamos de globalização, do conhecimento, da informação, a <em>“inteligência de negócios</em>” ou <em>“business intelligence</em>” é fundamental para a sobrevivência no mercado competitivo que os empresários estejam antenados e preparados para administrar seu negócio tomando decisões compatíveis e não se admite ao empresário ou gestor não estar atualizado com as várias ferramentas de gestão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>         O primeiro passo</em></strong><strong>antes de abrir seu negócio ou mesmo agora caso não tenha feito, é <em>conhecer seu negócio</em> <em>mapeando o mercado que pretende entrar, </em>isto envolve várias etapas; levantar seus consumidores ou público alvo, faixa etária, classe social, localização, concorrentes, preços praticados, sazonalidade de consumo, produtos similares ou alternativos que poderiam atrapalhar seu negócio; transformar em oportunidades futuras, as ameaças e as oportunidades que o mercado oferece agora.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>         O segundo passo</em></strong><strong>é fazer um <em>Plano de Negócios, </em>isso mesmo colocar no papel todas as informações necessárias para saber a viabilidade do negócio, qual a sua participação no mercado, a rentabilidade dos produtos, como irá fabricar, como irá vender, quais os pontos fracos e fortes da concorrência, e como usá-las a seu favor.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>         Terceiro passo</em></strong><strong>é verificar o preço ideal para os produtos, comparando com o preço de mercado, pois é este que comanda, e se o cálculo do preço contém todos os componentes, tais como matérias primas, embalagem, impostos, despesas, lucro desejado, e se este preço será competitivo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Para administrar sua empresa ou negócio já em operação, também terá que ter o mínimo de informações ou relatórios para se manter atualizado e tomar decisões mais corretas possíveis.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         A <em>previsão de vendas </em>é a base de tudo, é aí que você irá verificar a sua participação no mercado, o volume de suas operações, o investimento necessário ou se sua área produtiva é capaz de produzir o que foi previsto ou terá que terceirizar a fabricação ou investir em ampliação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Ainda dentro da área comercial, terá que manter um <em>controle de vendas por clientes,</em> por região e por produto, para conhecer a participação dos clientes em suas vendas, sua lucratividade, como também não concentrar as vendas em poucos clientes, pois caso um ou dois deixem de comprar, você terá sérios problemas financeiros.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         A <em>lucratividade final</em> de cada produto, após abater todos os custos e despesas e também o imposto de renda, deverá ser analisada mensalmente e comparativamente com os meses anteriores, para verificar qual foi, as política de preços e descontos praticados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Com a <em>previsão de vendas</em> em mãos, a área <em>de produção ou planejamento e controle da produção, </em>poderão avaliar seus estoques, e acionar a área de compras.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         A má <em>administração dos estoques </em>tem levado muitas empresas a dificuldades financeiras por falta de informações e planejamento, tanto dos estoques de matérias primas, de embalagens, semi-acabados ou em elaboração, como o produto acabado final, pronto para venda.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Ainda tem-se a idéia errônea que estoque não é dinheiro, compra-se em excesso, tira-se dinheiro de aplicações financeiras para ficar parado em estoques que só serão utilizados, sabe-se lá, quando, ou produz-se demais porque a empresa tem muito estoque e o produto fica parado só para os empregados da produção não ficarem ociosos; idéia totalmente errada.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Em algumas empresas, os produtos acabados ou mesmo as matérias primas chegam a ficar parados nos estoques até 23 meses, é uma falta de controle total, é dinheiro parado, e quando chega um pedido com especificações diferentes, você terá que comprar novas matérias primas ou retrabalhar os produtos, é aí que o dinheiro vai para o ralo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Quanto á área <em>financeira ou controladoria,</em> dependendo do tamanho e da cultura da empresa, cabe a responsabilidade de levantar e analisar com relatórios práticos e objetivos estas deficiências, para que pare de compras por determinado tempo e ou determinados produtos ou matérias primas, devido ao excesso de estoques.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         A área <em>financeira</em> terá que ter no mínimo um <em>fluxo de caixa, </em>com os saldos bancários, as previsões de entradas de dinheiro, como também a previsão das saídas ou desembolsos, tais como, fornecedores, salários, encargos, impostos, e outras.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Cabe também à área <em>financeira</em>, baseado na <em>previsão de vendas</em>, montar um <em>“Orçamento Empresarial Anual”</em> ou uma <em>“Previsão Orçamentária</em>” como se fosse um <em>“Demonstrativo de Resultado do Exercício” um “DRE” </em>ou <em>“Lucros e Perdas” </em>como alguns preferem, e manter a diretoria ou o gestor principal informado sobre alguns <em>índices básicos de liquidez financeira, índices econômicos, operacionais e de lucratividade.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>         Caso você empresário ou gestor não tenha ainda estas informações mínimas, seu negócio estará em alto risco, e poderá ser engolido pela concorrência ou ter sérios problemas financeiros.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>Autor: Cláudio Raza; Mestrado em Administração, economista, contabilista, consultor, professor Uninove.</strong> <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a> – <a href="http://www.razaconsulting.com.br/">www.razaconsulting.com.br</a> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>Um paralelo entre a Grécia e o Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 17:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Raza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crise europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia e Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[          A Grécia gastou muito mais do que podia na última década, pedindo grandes empréstimos e deixando sua economia refém da crescente dívida, também nesse período, os gastos públicos dispararam, e os salários do funcionalismo praticamente dobraram.             Quem pagará a conta além do cidadão grego que irá enfrentar situações como se fosse país de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>          A Grécia gastou muito mais do que podia na última década, pedindo grandes empréstimos e deixando sua economia refém da crescente dívida, também nesse período, os gastos públicos dispararam, e os salários do funcionalismo praticamente dobraram.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Quem pagará a conta além do cidadão grego que irá enfrentar situações como se fosse país de terceiro mundo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Seria a culpa totalmente da insignificante Grécia o elo mais fraco da corrente européia, ou do Banco Central Europeu, não seria talvez da forte Alemanha, pela sua primeira ministra Angela Merkel, que devido às eleições regionais empurrou a crise para debaixo do tapete, e o presidente francês Sarkozy e o primeiro-ministro da <em>Itália</em>, Silvio Berlusconi. Mas, foi melhor colocar a culpa no faxineiro; já conhecemos essa história.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A Economia da Grécia é uma economia capitalista mista com grande participação das empresas governamentais tendo como principal atividade o setor de serviços.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A indústria responde por 22% do PIB, a agricultura por 8%%, enquanto o turismo gera 15% das receitas do País. PIB da Grécia (203.3 bilhões de dólares &#8211; 2002) per capita (US$ 19,100) está apenas 70% do nível dos melhores países da União Européia. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            A Grécia é um dos países que mais se beneficiaram da união dos países. Obteve um crescimento de 3,3% em sua economia após a união e vem obtendo taxas de crescimento na casa dos 4%, excedendo em 1% a média da União Européia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Possui uma população com mais de 4.7 milhões de pessoas economicamente ativas, com uma taxa de desemprego de 10.3% (2.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">           <strong> As principais indústrias da Grécia estão ligadas aos setores de: Turismo, Processamento de fumo e alimentos, Têxteis, Produtos metálicos, Petróleo, Agricultura, trigo, milho, cevada, açúcar de beterrabas, azeitonas, tomates, vinho, tabaco e derivados do leite (queijo, manteiga&#8230;) </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
            Composição do PIB por setor: Indústria, 22.3%, Serviços, 69.3% e<br />
a inflação na Grécia foi de 3.6% (2002).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Com esses números a Grécia é o grão de areia no deserto das incertezas e no despreparo das lideranças européias, que confiaram demais na sua moeda, mas, esqueceram que o mercado de capitais da Euro &#8211; Zona é tão descontrolado como foi a dos Estados Unidos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Com todas essas incertezas a única certeza é a desvalorização do euro frente ao dólar, e a queda do padrão de vida dos europeus especialmente o povo grego que foi o designado para pagar toda essa incompetência.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            E como fica a economia brasileira nessa situação? Os investimentos estrangeiros nas bolsas e bancos serão resgatados para retornarem as suas origens, o que já está acontecendo há alguns meses.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            As exportações á Europa sofrerão uma redução que ainda não sabemos, pois são mais de 20% de nossas exportações que são destinadas aos europeus.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Também poderemos ter uma pequena desvalorização no real, e uma queda nas cotações das commodities, como também um aumento na inflação, que deverá ser controlada pelo corte dos gastos públicos que estão sem controle algum.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Mas, a grande indefinição está mesmo com a nova presidente do Brasil, terá que fechar as torneiras dos gastos públicos (Gastos do anterior governo que há oito anos vinha gastando além do necessário e criando cobras no quintal); conseguir as aprovações das Reformas: Fiscal, Tributária, Previdenciária, Política, Ficha Limpa, e outras; para colocar esse país no grupo de países sérios sem muita corrupção está quase impossível, pois lobos sedentos, estão impedindo um bom governo. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Erradicar o analfabetismo, reduzir o desemprego, abrir frentes de trabalhos para os não qualificados profissionalmente, investir em escolas profissionalizantes, investir mais em saúde (hospitais públicos, postos de saúde), educação (escolas e professores), segurança.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Também em habitação (casa populares e mais baratas), transportes de massa (decentes para se deixar o carro em casa), ferrovias (que foram esquecidas), rodovias (que são boas somente no Estado de São Paulo), portos e aeroportos (que estão saturados e obsoletos).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Políticas públicas voltadas à agricultura e as micros e pequenas empresas, pois o contrabando e as importações livres prejudicam nossa economia.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Temos que fiscalizar esses maus legisladores, maus políticos e maus governantes, para não chegarmos a situação atual da Grécia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>            Se você cidadão brasileiro acha que tudo isso é muita coisa, tenha a certeza que durante os últimos 30 anos pouca coisa foi feita e nos iludiram com muito e nos contentaram com pouco. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor: Cláudio Raza; Economista, consultor, professor Uninove &#8211;  <a href="mailto:c.raza@terra.com.br">c.raza@terra.com.br</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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