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QUAL A HORA DE MUDAR DE EMPREGO – Claudio Raza

Hoje devido a situação do mercado de trabalho as empresas chegam a abusar dos funcionários; exigem experiências absurdas para os que querem entrar no mercado de trabalho, outras empresas prorrogam indefinidamente o contrato de estágio para se livrar dos encargos trabalhistas, fazendo com que o funcionário perca FGTS, Férias e outros benefícios mais.

Algumas empresas, não dão as mínimas condições para que um profissional possa crescer em conhecimento, aprendizado, reciclagem ou mesmo uma ajuda para pagamento de sua faculdade.

Outras são tão mesquinhas e com mentalidade arcaica, que erram deliberadamente no cálculo das horas extras, do DSR (Descanso Semanal Remunerado), dos descontos dos atrasos e faltas, como também nos descontos do VT (Vale Transporte).

Boa parte das pequenas empresas registram os funcionários pela metade do salário e pagam o resto por fora (caixa 2), fazendo o funcionário perder no 13º. Salário, nas férias, no FGTS, nas horas extras e nos cálculos da rescisão.

Outras empresas do Regime Tributário do Simples Nacional, para não perder o limite anual atual de faturamento máximo de R$ 3.600.000,00, compram sem nota ou jogam as notas de compra fora, vendem sem nota ou meia nota, prejudicando ou sabotando os impostos.

Temos ainda aquelas que não fornecem as mínimas condições de higiene e segurança, sem um pequeno café da manhã, sem refeitórios decentes, banheiros limpos, higiênicos e sem material de limpeza.

Chegou a hora de avaliar onde você está agora, o que você conseguiu e onde você quer estar em um prazo de poucos anos. O que você gosta no seu atual emprego? O que você não gosta? Do que você sente falta? O que você gostou sobre quaisquer cargos anteriores que você tenha feito? Qual é a situação ideal para você? Como você vai saber quando você conseguiu isso? Quais são os obstáculos no seu caminho? O que você pode fazer para superá-los?

Tente ser sistemático em responder a estas perguntas. Discuta elas com amigos, família ou um profissional especializado em mudança de carreira e anote-as. É sempre mais fácil fazer uma avaliação precisa da situação, se você estiver claramente olhando a partir de um pedaço de papel com ideias organizadas.

Bem como os seus próprios motivos pessoais para querer mudar de emprego, existem muitas outras razões fora de seu controle que o levam a deixar sua posição atual, incluindo:

• Dificuldades financeiras da empresa: o mercado está inquieto, a tendência é de queda na demanda dos produtos e serviços de sua empresa e isso pode levar seu empregador a demitir alguns funcionários;
• Sua empresa é desorganizada, não recolhe impostos, não valoriza dos empregados: O empregador só pensa no lucro dele, não recolhe impostos e FGTS, não investe nos funcionários, não deixa você aprender novas tarefas.
• Mudança de cultura na sua empresa causada por uma fusão ou aquisição: sua empresa está mais exigente ou o clima organizacional mudou completamente após a fusão ou a aquisição dela por uma empresa maior, tornando o ambiente incontestavelmente pior do que antes;
• Colapso na comunicação com o seu gerente ou colegas: pode ser causado por uma discussão, uma briga, desentendimentos ou focos diferentes para a empresa. Independentemente do motivo, a comunicação não consegue ser recuperada.

Há tantos caminhos possíveis em sua vida. Por que não deixar que outros caminhos façam parte de sua carreira e saber que uma hora, ela pode mudar.

Se você decidir sair de um emprego, sair na hora errada pode bater pesado no bolso se você não for cuidadoso. Por exemplo, deixar seu emprego antes de conseguir um outro não é uma boa ideia; mantenha sempre seu currículo atualizado, teste a sua empregabilidade, antes enviando currículos para algumas vagas.

Se você tem férias planejadas, espere até você volte antes de entregar o seu pedido de demissão. Seu novo empregador não vai ter a amabilidade de lhe reservar duas semanas de folga durante o seu período de experiência na nova empresa.

Fevereiro/março e agosto/setembro são muitas vezes excelentes meses para procurar um novo emprego. As datas coincidem com as épocas de retorno das férias escolares, quando muitos profissionais optam por darem seus avisos prévios e buscarem novos empregos. Início do ano então, melhor começar antes do Carnaval para deixar uma boa imagem marcada com os possíveis contratantes.

Uma vez que você tomou a decisão de sair, certifique-se que você tem um lugar para ir antes de entregar o seu aviso prévio. Não fique tentado a cair fora em um ataque de estresse ou fazer algum tipo de declaração que isso signifique deixar-se vulnerável.

É muito mais fácil encontrar um emprego quando você já tem um. Longos períodos de desemprego enviam um sinal ruim para um futuro empregador, com todos os tipos de perguntas sobre por que você saiu, e poderiam deixá-lo fora do trabalho por mais tempo do que você pensa.

Não ignore as consequências de abandonar antes de você ter um novo emprego alinhado, não importa o quanto você não gosta de onde você está trabalhando. Além de ser ruim quanto você começar a aplicar para novos postos de trabalho, deixar voluntariamente o seu antigo papel compromete a sua elegibilidade para os subsídios de desemprego.

Se seu trabalho está te matando de stress, saiba que já passou da hora de você mudar de carreira. O mais importante: dinheiro não deve ser a única razão para sair de um emprego. Se o dinheiro é a questão primordial em seu desejo de mudança, tenha a coragem de enfrentá-lo antes de pensar em sair; se você não sente que você está sendo pago o suficiente, peça mais.

Esta pode ser uma experiência assustadora, mas poderia resolver seu problema. Se o pedido for recusado, então você pode ter uma opinião sobre se é o momento certo para sair ou não.

A hora certa de mudar de emprego é uma questão pessoal, só você poderá analisar: seu crescimento profissional está estagnado, sua empresa não está preparada para o mercado, não existe possibilidade de aprender mais, seus superiores não se interessam no seu crescimento e você está totalmente desmotivada.

Autor; Claudio Raza; Prof. Ensino Superior; mestre em Administração, Educação e Comunicação
Fonte: www.pontorh.com.br

*Postado Por: Claudio Raza

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